Blog do ramo de Recursos Humanos da Licenciatura em Gestão de Empresas do Instituto Superior de Contabilidade e Administração de Coimbra
terça-feira, 21 de agosto de 2012
segunda-feira, 20 de agosto de 2012
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
CEO survey Portugal
Cerca de metade dos ‘chief executive officers’ (CEO) portugueses (45%) confiam no crescimento da receita das suas empresas e nove em cada 10 estão preocupados com os impostos e a instabilidade dos mercados. Esta é uma das conclusões da primeira edição do «CEO Survey Portugal», lançada pela PwC em parceria com a AESE – Escola de Direção e Negócios, no âmbito das sessões de continuidade do Agrupamento de Alumni.
Mais de dois terços dos CEO disseram também que a atual crise tem tido um impacto financeiro direto sobre as respetivas empresas. Muitos admitem estar a utilizar as suas reservas monetárias como um amortecedor para fazer face à contração económica. A nível global, apenas 15% dos CEO acreditam que a economia vai melhorar nos próximos 12 meses, sendo que apenas 13% dos CEO portugueses partilham do mesmo positivismo.
Ainda assim, as novas economias emergentes e a mobilidade de bens, capitais e pessoas surgem como fatores de otimismo para os CEO nacionais. Estes apontaram o aumento da quota de mercado (35%) e o crescimento em novos mercados geográficos (29%) como as suas principais oportunidades comerciais durante os próximos 12 meses.
Reconhecendo o crucial papel do governo na definição de políticas que possibilitem o crescimento, 90% dos CEO nacionais consideram ainda que a garantia da estabilidade financeira deve ser a maior prioridade dos governantes.
Quatro anos após o início da crise de financiamento global, os CEO definiram novas estratégias e estão agora mais bem preparados para riscos emergentes. Surge então o maior desafio atual – tornar-se mais local. Neste sentido, globalmente 57% dos CEO afirmam que existirão algumas alterações estratégicas durante o próximo ano, sendo que em Portugal este número ascende aos 71%.
A inovação assume-se como uma prioridade: em Portugal 61% dos inquiridos dá ênfase a novos produtos e serviços dentro dos atuais modelos de negócio.
Também o acesso a talentos é tema da agenda a nível global: um em cada quatro CEO referiu que já teve de cancelar ou adiar iniciativas de crescimento em mercados emergentes por causa de constrangimentos com os talentos existentes. Apesar de tudo, 48% dos CEO portugueses revelam estar muito confiantes no acesso aos talentos necessários para a execução das estratégias das respetivas empresas durante os próximos três anos.
De acordo com António Correia, ‘partner’ da PwC, «este estudo revela que as empresas portuguesas estão a aprender que a sua preparação para a incerteza incide sobre a melhor forma de se conseguirem focar nas consequências das atuais alterações de paradigma dos seus negócios». O responsável refere ainda que têm notado que «as empresas estão a posicionar-se para o crescimento a longo prazo, nos seus mercados prioritários».
O «CEO Survey Portugal»
A primeira edição do «CEO Survey Portugal» surge na sequência do décimo quinto «Global CEO Survey», lançado pela PwC no final de janeiro, em Davos, na Suíça, na conferência anual do Fórum Económico Internacional; este estudo resulta de um inquérito realizado a 1.201 CEO a nível global (já em Portugal foram inquiridos 31 CEO, representando cerca de 500 empresas).
A primeira edição do «CEO Survey Portugal» surge na sequência do décimo quinto «Global CEO Survey», lançado pela PwC no final de janeiro, em Davos, na Suíça, na conferência anual do Fórum Económico Internacional; este estudo resulta de um inquérito realizado a 1.201 CEO a nível global (já em Portugal foram inquiridos 31 CEO, representando cerca de 500 empresas).
- notícia daqui
- apresentação do estudo aqui
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
co-working
A empresa de aluguer de espaços de trabalho físicos chave-na-mão Avila Business Centers anunciou os resultados de um estudo sobre ‘co-working’ que levou a cabo em Portugal em junho passado. Entre os quase 400 entrevistados, através de meios digitais, 95,3% confirmaram já terem ouvido falar no conceito de ‘co-working’ e apenas 4,7% admitiram não conhecer este modelo de partilha de infra-estrutura e de espaço. De resto, 73,2% dos entrevistados asseguram que o ambiente em que trabalham atualmente nas suas empresas poderia ser facilmente adaptado ao modelo de ‘co-working’ sem haver entraves de maior que colocassem em causa a produtividade dos colaboradores e da organização.
Questionados sobre qual a possível reação dos colegas de trabalho face a uma mudança do paradigma tradicional para um modelo de trabalho num espaço de ‘co-working’, mais de metade dos participante no estudo (59,2%) indicaram que a reação seria positiva e que a adaptação decorreria sem problemas. Apenas 21,8% dos entrevistados deram a entender que a reação seria negativa, e 19% responderam que os seus colegas adotariam uma posição de indiferença face à mudança no ambiente de trabalho.
O documento do Avila Business Centers colocou ainda aos participantes no estudo a hipótese de os colaboradores das empresas em que trabalham poderem desempenhar as suas tarefas em casa, recorrendo pontualmente ao espaço de ‘co-working’. Confrontados com esta opção, 77,1% dos entrevistados admitiram que seria um modelo que serviria os propósitos da empresa e dos colaboradores. Apenas 22,9% da amostra se revelou relutante à implementação de um modelo misto (proposto na questão mencionada) em detrimento do atual ambiente em que trabalham.
Quando confrontados com as principais razões que levariam os colaboradores a optar por um modelo de ‘co-working’, os responsáveis pelas respostas foram claros. Quase três quartos (74,3%) confirmam acreditar que o ‘co-working’ iria permitir uma considerável redução de custos. A segunda razão mais mencionada tem que ver com a flexibilidade no trabalho – 64,8% dos entrevistados admitiram que este seria um critério a ter em conta na opção pelo ‘co-working’ – enquanto 55,3% indicaram a promoção do ‘networking’ e da troca de contactos e de trabalho em equipa como razão para a adoção. 32,1% dos entrevistados acredita que uma das principais razões para enveredar pelo modelo de ‘co-working’ tem que ver com o aumento da produtividade dos colaboradores. Esta questão permitia respostas múltiplas.
A última pergunta do estudo do Avila Business Centers incidia sobre a perceção das principais vantagens do modelo de ‘co-working’ para os colaboradores da empresa. Apenas uma resposta foi permitida, pelo que a opção preferida de cada um dos entrevistados excluía automaticamente as restantes possibilidades. No que respeita a esta pergunta, quase metade dos entrevistados (49,7%) referiram o contacto profissional como a principal vantagem, deixando para a resposta de maior mobilidade (29,9%) o segundo fator. Melhor trabalho em equipa e melhor acessibilidade foram os restantes critérios enumerados (13,1% e 5,3%, respetivamente). Apenas 2% dos entrevistados indicaram não identificar qualquer vantagem no modelo de ‘co-working’ para os trabalhadores das empresas.
Carlos Gonçalves, ‘chief executive officer‘ (CEO) do Avila Business Centers comenta assim esta iniciativa: «O estudo confirma que o modelo de ‘co-working’ é uma mais-valia para muitas empresas e, sobretudo, um conceito que convence os colaboradores e que torna óbvias as vantagens, quer para eles, quer para as respectivas organizações. A forma tradicional como trabalhamos está a mudar e um modelo misto ou de ‘co-working’ pode ser a solução para muitos dos ambientes de trabalho das empresas atuais.»
O estudo do Avila Business Centers foi realizado através de meios digitais durante o mês de junho, como referido. Foram entrevistados cerca de 400 participantes portugueses, aos quais foram colocadas as seis questões mencionadas atrás.
notícia daqui
Site da «Avila Coworking» aqui.
Questionados sobre qual a possível reação dos colegas de trabalho face a uma mudança do paradigma tradicional para um modelo de trabalho num espaço de ‘co-working’, mais de metade dos participante no estudo (59,2%) indicaram que a reação seria positiva e que a adaptação decorreria sem problemas. Apenas 21,8% dos entrevistados deram a entender que a reação seria negativa, e 19% responderam que os seus colegas adotariam uma posição de indiferença face à mudança no ambiente de trabalho.
O documento do Avila Business Centers colocou ainda aos participantes no estudo a hipótese de os colaboradores das empresas em que trabalham poderem desempenhar as suas tarefas em casa, recorrendo pontualmente ao espaço de ‘co-working’. Confrontados com esta opção, 77,1% dos entrevistados admitiram que seria um modelo que serviria os propósitos da empresa e dos colaboradores. Apenas 22,9% da amostra se revelou relutante à implementação de um modelo misto (proposto na questão mencionada) em detrimento do atual ambiente em que trabalham.
Quando confrontados com as principais razões que levariam os colaboradores a optar por um modelo de ‘co-working’, os responsáveis pelas respostas foram claros. Quase três quartos (74,3%) confirmam acreditar que o ‘co-working’ iria permitir uma considerável redução de custos. A segunda razão mais mencionada tem que ver com a flexibilidade no trabalho – 64,8% dos entrevistados admitiram que este seria um critério a ter em conta na opção pelo ‘co-working’ – enquanto 55,3% indicaram a promoção do ‘networking’ e da troca de contactos e de trabalho em equipa como razão para a adoção. 32,1% dos entrevistados acredita que uma das principais razões para enveredar pelo modelo de ‘co-working’ tem que ver com o aumento da produtividade dos colaboradores. Esta questão permitia respostas múltiplas.
A última pergunta do estudo do Avila Business Centers incidia sobre a perceção das principais vantagens do modelo de ‘co-working’ para os colaboradores da empresa. Apenas uma resposta foi permitida, pelo que a opção preferida de cada um dos entrevistados excluía automaticamente as restantes possibilidades. No que respeita a esta pergunta, quase metade dos entrevistados (49,7%) referiram o contacto profissional como a principal vantagem, deixando para a resposta de maior mobilidade (29,9%) o segundo fator. Melhor trabalho em equipa e melhor acessibilidade foram os restantes critérios enumerados (13,1% e 5,3%, respetivamente). Apenas 2% dos entrevistados indicaram não identificar qualquer vantagem no modelo de ‘co-working’ para os trabalhadores das empresas.
Carlos Gonçalves, ‘chief executive officer‘ (CEO) do Avila Business Centers comenta assim esta iniciativa: «O estudo confirma que o modelo de ‘co-working’ é uma mais-valia para muitas empresas e, sobretudo, um conceito que convence os colaboradores e que torna óbvias as vantagens, quer para eles, quer para as respectivas organizações. A forma tradicional como trabalhamos está a mudar e um modelo misto ou de ‘co-working’ pode ser a solução para muitos dos ambientes de trabalho das empresas atuais.»
O estudo do Avila Business Centers foi realizado através de meios digitais durante o mês de junho, como referido. Foram entrevistados cerca de 400 participantes portugueses, aos quais foram colocadas as seis questões mencionadas atrás.
notícia daqui
Site da «Avila Coworking» aqui.
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