Aquele post de ontem sobre as soft skills recordou-me a Inteligência Emocional, do Daniel Goleman.
No seu célebre artigo de 1996 na Harvard Business Review, Daniel Goleman explica a importância da Inteligência Emocional para a Liderança.
Segundo o pai da Inteligência Emocional, não são as competências técnicas que fazem a diferença entre os grandes líderes e os outros. É, isso sim, adivinharam, a Inteligência Emocional: um conjunto de 5 capacidades que permite aos melhores líderes maximizar a sua performance e a das suas equipas. Nas emrpesas em que a gestão de topo possuía massa crítica de competências de IE, os retornos anuais eram 20% mais elevados.
E quais são essas competências/capacidades que formam a Inteligência Emocional?
Self-awareness: compreender os nossos pontos fortes, fracos, motivações, valores e impacto nos outros.
Self-regulation: controlo ou encaimnhamento de impulsos e disposições disruptivas
Motivation: ambicionar as realizações por elas mesmas
Empathy: compreender as emoções nos outros
Social skill: interacção com os outros levando-os na direcção pretendida
Estas capacidades têm uma componente inata. Todos nascemos com algum nível de domínio de cada uma. No entanto, podemos desenvolvê-las (ainda mais) através do treino, persistência e feedback dos outros.
O artigo explica formas de avaliar e desenvolver as competências (quem quiser, peça).
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